Edição julho de 2019 | Folha Espirita online

Edição julho de 2019

FE de janeiro 2019
DESTAQUES DESSA EDIÇÃO

    Mednesp no Piauí discute ciência e espiritualidade

    O comportamento religioso do brasileiro

    Pesquisas sobre vidas passadas e EQM

    Enfarte associado à falta de perdão

    Hernani Guimarães Andrade homenageado

    As revelações sobre Capela

    Paz e Amor em Ação



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EDITORIAL

Julho de 2019, a data-limite

Ao olhar para uma série de acontecimentos, e até mesmo para o humor em geral da sociedade, não temos dúvidas que é chegada a hora preeminente de mudanças. Para onde olhamos, vemos gente sofrendo com conflitos internos enormes e se questionando sobre os porquês de suas vidas. Esse sinal é muito claro em diversos cenários, como na família e no trabalho. Em toda a parte explodem buscas por novos rumos como uma forma de se transcender o pesado e difícil status quo do qual nós mesmos criamos e agora nos vemos refém.

O “ter” simplesmente não basta, a cultura do consumismo consciente, as ondas de slow living (vida mais tranquila) e o movimento back to basics (de volta ao básico) ganham cada vez mais força. É inegável que os seres procuram desesperadamente por uma reconexão e respostas para tantos anseios que a vida moderna nos impôs, e que por um tempo puderam até nos alçar a grandes saltos evolutivos no campo da intelectualidade, mas que agora nos fazem sentir que a completude da vida precisa de uma rota de propósito, e não de realização imediata, no qual o consumo e a utilização desenfreada de todos os recursos deram o tom.

Com isso, o ser mergulha em uma profunda e escura exploração em seu mundo íntimo para tentar essa reconexão, essa descoberta de algo a mais que dê sentido para a sua vida. Esses sinais não nos deixam dúvidas que a reunião de 20 de julho de 1969 entre o Cristo e os Espíritos de sua confiança, que decidiram dar um prazo de 50 anos para que a humanidade pudesse seguir conseguindo se suportar e evitando a todo custo uma guerra mundial, agora traz essas mudanças.

Com relação a uma suposta guerra de grandes proporções, essa seria uma questão decorrente de um fracasso humano e, ao desejarmos o conflito, além de seus efeitos degradantes, teríamos de responder pelas reações que o próprio planeta iria nos impor, conforme consta no livro 2019: o ápice da transição planetária. Com relação à guerra, vemos que há um trabalho hercúleo da espiritualidade para que ela não aconteça. Temos a certeza de que mudanças são necessárias e preeminentes e que vão acontecer. Não sabemos quando, mas vão. Julho de 2019 poderá ser um marco para grandes transformações que virão.