Folha Espirita online

Edição agosto de 2019

FE de agosto 2019
DESTAQUES DESSA EDIÇÃO

    A Teoria Corpuscular do Espírito

    Espíritas no Brasil: quantos somos?

    Doutores do corpo e da alma

    Preparação para a Nova Era

    O perigo do álcool na adolescência

    As aflições que criamos



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EDITORIAL

Reflexão sobre o Dia dos Pais

No dia 11 de agosto deste ano, comemora-se o Dia dos Pais, data do calendário comercial que não deixa de ser uma oportunidade para que se revivam os laços entre pais e filhos e, com isso, haja reflexões sobre o significado da paternidade.

Vivemos em um país no qual, segundo dados da pesquisa Pnad do IBGE, mais de 31,2 milhões de lares são chefiados por mulheres. Esse número cresceu nos últimos anos, o que pode ser explicado por uma melhora na igualdade de gêneros, mas também por uma questão de vulnerabilidade social, na qual a realidade do abandono de lares por pais é muito grande, deixando a mulher com os filhos. É nesse ponto que desejamos imprimir uma reflexão profunda aos pais.

No livro O Evangelho de Chico Xavier, de Carlos Bacelli, o médium mineiro cunhou uma frase que deve ser lida pelos pais todos os dias: “Várias vezes visitei com Emmanuel e André Luiz as regiões do Umbral... Não vi por lá uma criança sequer, mas pude observar muitos pais que se responsabilizaram pela queda dos filhos – mais pais do que mães! Muitas mulheres são vítimas de seus maridos, foram abandonadas por eles, lutando sozinhas com a educação dos filhos... É um caso difícil”.

A colocação de Chico deve nos chamar a atenção para com o dever da paternidade responsável, aquela que se faz presente, que acompanha passo a passo a mãe no desenvolvimento dos filhos, com equilíbrio de responsabilidades e, principalmente, dedicação, que fará muita diferença no desenvolvimento da criança. É importante frisar que a paternidade não está vinculada ao gênero, mas, sim, ao seu papel fundamental em uma relação pautada no amor entre dois seres humanos que decidem acolher um espírito como seu filho e com isso auxiliá-lo em seu desenvolvimento na presente encarnação, tendo consciência da grande responsabilidade de educá-lo e conduzi-lo.

Que, ao refletirmos sobre o Dia dos Pais, possamos render graças a eles por tudo quanto representam em nossa vidas, lembrando ainda da célebre frase do filósofo alemão Albert Schweitzer: “O exemplo não é a melhor forma de educar, é a única”. A todos os pais, um feliz dia, no qual possamos recordar a responsabilidade da paternidade e do exemplo na vida dos filhos. Ser pai é uma dádiva, um presente do Criador, que nos confia um dos seus filhos para que possamos amá-lo e auxiliá-lo em sua trajetória terrena.

Edição julho de 2019

FE de janeiro 2019
DESTAQUES DESSA EDIÇÃO

    Mednesp no Piauí discute ciência e espiritualidade

    O comportamento religioso do brasileiro

    Pesquisas sobre vidas passadas e EQM

    Enfarte associado à falta de perdão

    Hernani Guimarães Andrade homenageado

    As revelações sobre Capela

    Paz e Amor em Ação



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EDITORIAL

Julho de 2019, a data-limite

Ao olhar para uma série de acontecimentos, e até mesmo para o humor em geral da sociedade, não temos dúvidas que é chegada a hora preeminente de mudanças. Para onde olhamos, vemos gente sofrendo com conflitos internos enormes e se questionando sobre os porquês de suas vidas. Esse sinal é muito claro em diversos cenários, como na família e no trabalho. Em toda a parte explodem buscas por novos rumos como uma forma de se transcender o pesado e difícil status quo do qual nós mesmos criamos e agora nos vemos refém.

O “ter” simplesmente não basta, a cultura do consumismo consciente, as ondas de slow living (vida mais tranquila) e o movimento back to basics (de volta ao básico) ganham cada vez mais força. É inegável que os seres procuram desesperadamente por uma reconexão e respostas para tantos anseios que a vida moderna nos impôs, e que por um tempo puderam até nos alçar a grandes saltos evolutivos no campo da intelectualidade, mas que agora nos fazem sentir que a completude da vida precisa de uma rota de propósito, e não de realização imediata, no qual o consumo e a utilização desenfreada de todos os recursos deram o tom.

Com isso, o ser mergulha em uma profunda e escura exploração em seu mundo íntimo para tentar essa reconexão, essa descoberta de algo a mais que dê sentido para a sua vida. Esses sinais não nos deixam dúvidas que a reunião de 20 de julho de 1969 entre o Cristo e os Espíritos de sua confiança, que decidiram dar um prazo de 50 anos para que a humanidade pudesse seguir conseguindo se suportar e evitando a todo custo uma guerra mundial, agora traz essas mudanças.

Com relação a uma suposta guerra de grandes proporções, essa seria uma questão decorrente de um fracasso humano e, ao desejarmos o conflito, além de seus efeitos degradantes, teríamos de responder pelas reações que o próprio planeta iria nos impor, conforme consta no livro 2019: o ápice da transição planetária. Com relação à guerra, vemos que há um trabalho hercúleo da espiritualidade para que ela não aconteça. Temos a certeza de que mudanças são necessárias e preeminentes e que vão acontecer. Não sabemos quando, mas vão. Julho de 2019 poderá ser um marco para grandes transformações que virão.

Conteúdo sindicalizado