Folha Espirita online

Por que medicina e espiritualidade?

Marlene Nobre (SP) é Presidente da Associação Médico-Espírita do Brasil (AME-Brasil) e da AME-Internacional, palestrante que estará presente na jornada da AME Sergipe, a ser realizada em Aracaju, 18 a 20 de maio de 2012.

Qual o papel das AMEs?

Divulgar o paradigma médico-espírita, sua visão holística da saúde, que considera todos os processos mórbidos como sendo essencialmente mentais, comandados pelo Espírito. Nessa visão integral, compete à alma metabolizar e integrar todos os fenômenos – físicos, biológicos, sociais, culturais e espirituais – que a influenciam.

Mas, além disso, tem procurado também dialogar com colegas do Brasil e do exterior, engajados na mesma causa de Saúde e Espiritualidade, porque entendemos que o médico deve dar exemplo de verdadeiro ecumenismo, respeitando as crenças e descrenças de seus pacientes, para assisti-los da maneira mais ampla e integral possível.

Editorial maio / 2012

O anencéfalo é um ser humano deficiente

O Supremo Tribunal Federal, em sessão concluída em 12 de abril, aprovou a liberação do aborto para casos de fetos anencefálicos. A Associação Médico-Espírita do Brasil participou de uma comissão integrada por dirigentes da Federação Espírita Brasileira e da Associação dos Juristas Espíritas do Brasil, que visitou o gabinete de todos os ministros do STF nos dias 9 e 10 de abril, levando um Memorial com argumentações jurídicas, médicas e espíritas em defesa da vida, e acompanhou a citada Sessão Plenária.

Independentemente da decisão do STF, a nossa luta prossegue sem descanso na defesa da vida, que é o bem maior do ser humano, concedido pelo Criador. Aos que têm se comunicado conosco, espíritas ou não, e que não entendem a nossa posição, por serem favoráveis ao abortamento do anencéfalo, vamos relembrar aqui os nossos argumentos.
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