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Sexo e destino chega aos cinemas e retoma debate sobre escolhas e responsabilidade espiritual

Uma das obras mais densas da literatura espírita ganha nova leitura para o grande público. O livro Sexo e destino, ditado pelo Espírito André Luiz e psicografado por Chico Xavier e Waldo Vieira, estreia nos cinemas brasileiros no dia 21 de maio, em uma adaptação que promete dialogar diretamente com os dilemas contemporâneos.

Dirigido por Marcio Trigo, o longa transporta para os dias atuais os conflitos morais e espirituais que marcam a narrativa original, publicada em 1963. No centro da história estão duas famílias – Nogueira e Torres –, cujas trajetórias se entrelaçam por meio de escolhas equivocadas, paixões intensas e processos obsessivos que atravessam o tempo.

A proposta não é apenas revisitar um clássico, mas atualizá-lo. Em um contexto em que as relações se tornam cada vez mais complexas e imediatistas, o filme aposta em uma pergunta incômoda e essencial: até que ponto somos responsáveis pelas consequências emocionais e espirituais de nossas decisões?

Entre o livre-arbítrio e a Lei de Causa e Efeito

A narrativa se ancora em pilares centrais da Doutrina Espírita, como o livre-arbítrio e a Lei de Causa e Efeito, evidenciando que não há escolhas sem desdobramentos. Ao acompanhar os personagens em suas quedas e tentativas de redenção, o espectador é convidado a refletir sobre temas que seguem absolutamente atuais: culpa, perdão, responsabilidade afetiva e reconstrução moral.

Mais do que um drama familiar, Sexo e destino expõe o impacto das relações desequilibradas, especialmente quando marcadas por traição, desejo e egoísmo, e como essas experiências podem reverberar para além da vida material. A atuação de forças espirituais na condução desses processos é um dos pontos centrais da trama, reforçando a visão espírita de que ninguém está desassistido, mas todos são responsáveis por sua própria jornada.

Cinema como instrumento de reflexão

A produção reúne nomes já conhecidos do cinema nacional e de obras com temática espiritualista, reforçando uma estratégia clara: consolidar o audiovisual como ferramenta de difusão de valores.

A participação da Federação Espírita Brasileira (FEB Cinema) na coprodução sinaliza esse movimento. Nos últimos anos, a entidade tem ampliado sua presença no cinema, apoiando projetos que buscam traduzir conceitos doutrinários em linguagem acessível, sem abrir mão da fidelidade aos princípios espíritas.

Nesse sentido, o lançamento de Sexo e destino se insere em uma agenda mais ampla: ocupar espaço no debate público com conteúdos que provoquem reflexão ética e espiritual, algo cada vez mais necessário em um cenário marcado pela superficialidade nas relações.

Um clássico que continua provocando

Ao chegar às telas, a obra reafirma a atualidade do pensamento de André Luiz. Embora escrita há mais de seis décadas, sua essência permanece intacta: o ser humano ainda enfrenta os mesmos conflitos íntimos, apenas em novas configurações.

A adaptação cinematográfica, portanto, não é apenas entretenimento. É, no fundo, um convite, direto e sem rodeios, para que cada um olhe para a própria vida e se pergunte: o que estou fazendo com as escolhas que tenho? Porque, como a própria obra sugere, o destino não é imposto; é construído, decisão após decisão.

Elenco

Letícia Augustin

Bruno Gissoni

Antonio Fragoso

Carol Macedo

Tato Gabus Mendes

Totia Meireles

Jaed’son Bahia

Raquel Rizzo

Tiago Luz 

Laura Proença

Ator convidado: Rafael Cardoso

Ficha técnica

Título original: Sexo e destino

Gênero: Espírita/drama

Ano de produção: 2025

Direção: Marcio Trigo

Roteiro: Marcio Trigo, Carolina Massote, Luisa Prochnik, Rodrigo Santos

Consultoria de Roteiro (Doutrina Espírita): Eliana Jardim

Produção: Tomislav Blazic e Sidney Girão

Produtor associado: Leandro Almeida

Produtores executivos: Rica Lima e Ana Cláudia Ataide

Gerente de Marketing e Mídias Sociais – Allan Bolsoni

Produtor de Lançamento: Gabriel Girão

Direção de Fotografia: Elisandro Dalcin

Montagem: Clarice Mittelman

Direção de Arte: Rô Melink

Figurino: Paula Barp

Caracterização: Carol Suss

Trilha Sonora Original: Christiaan Oyens

Mixagem: Guido Pera e Victor Portes

Supervisão de Efeitos Especiais: Thiago Anjos

Colorista: André Tavares

Produção: Estação Luz Filmes

Coprodução: New Cine e TV, FEB Cinema (Federação Espírita Brasileira) e Liberty Pictures

Distribuição: Paris Filmes

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