{"id":5098,"date":"2023-10-01T22:18:04","date_gmt":"2023-10-02T01:18:04","guid":{"rendered":"https:\/\/folhaespirita.com.br.br\/jornal\/?p=5098"},"modified":"2026-01-23T20:17:09","modified_gmt":"2026-01-23T23:17:09","slug":"relacionamento-familiar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/folhaespirita.com.br\/es\/2023\/10\/01\/relacionamento-familiar\/","title":{"rendered":"Relacionamento familiar"},"content":{"rendered":"<p><em>\u201cDesde que tivemos muitas exist\u00eancias, o parentesco remonta \u00e0s anteriores? N\u00e3o poderia ser de outra maneira. A sucess\u00e3o das exist\u00eancias corp\u00f3reas estabelece entre os Esp\u00edritos liames que remontam \u00e0s exist\u00eancias anteriores; disso decorrem frequentemente as causas de simpatia entre v\u00f3s e alguns Esp\u00edritos que vos parecem estranhos\u201d<\/em> (Allan Kardec, <em>El libro de los esp\u00edritus<\/em>, quest\u00e3o n. 204).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"657\" height=\"438\" src=\"https:\/\/folhaespirita.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/casa_e_coracao_vermelho.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5116\" srcset=\"https:\/\/folhaespirita.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/casa_e_coracao_vermelho.jpg 657w, https:\/\/folhaespirita.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/casa_e_coracao_vermelho-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 657px) 100vw, 657px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Fomos criados por Deus, simples e ignorantes, disso n\u00e3o temos qualquer d\u00favida, e, com as sucessivas reencarna\u00e7\u00f5es, na Terra e possivelmente em outros planetas, paulatinamente vamos progredindo, rumando \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o a que todos estamos destinados.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, ao longo da nossa jornada, dentro dos mil\u00eanios, sempre acresce o n\u00famero de Esp\u00edritos com quem mantemos rela\u00e7\u00e3o. Andr\u00e9 Luiz, por interm\u00e9dio do m\u00e9dium Chico Xavier, no livro <em>Liberaci\u00f3n<\/em>, cap\u00edtulo I, nos informa que fazemos uso da raz\u00e3o h\u00e1 40 mil anos. Isso explica as simpatias e as antipatias, tanto no contexto familiar como no \u00e2mbito social, pois as criaturas se atraem ou se repelem dependendo do tipo de conviv\u00eancia que mantiveram nesta presente exist\u00eancia ou mesmo em tempo remotos, quando viveram outras etapas de realiza\u00e7\u00f5es no campo das experi\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<p>Por essa raz\u00e3o, a fam\u00edlia deve merecer de qualquer um o m\u00e1ximo de aten\u00e7\u00e3o poss\u00edvel, visto que nela se re\u00fanem aqueles que t\u00eam necessidade de aproxima\u00e7\u00e3o para o fortalecimento dos la\u00e7os afetivos ou para a devida corre\u00e7\u00e3o de faltas do passado.<\/p>\n\n\n\n<p>A sabedoria das leis divinas procura, com seus justos mecanismos, favorecer o amplo entendimento entre os seres humanos. Assim, dois inimigos de outras \u00e9pocas, que tiveram s\u00e9rios problemas de relacionamento e que se comprometeram pelos caminhos da vida, via de regra, se encontram no mesmo agrupamento familiar, surgindo, ent\u00e3o, os casos de antipatias rec\u00edprocas, de avers\u00f5es que, a princ\u00edpio, ficam sem explica\u00e7\u00f5es l\u00f3gicas, mas que na verdade nada mais s\u00e3o do que desencontros afetivos do pret\u00e9rito de dois Esp\u00edritos que carecem de um melhor entendimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Com muita frequ\u00eancia, nos deparamos com casos de inimizades entre irm\u00e3os consangu\u00edneos, desentendimentos entre pais e filhos sem causa aparente, desaven\u00e7as entre c\u00f4njuges sem motivos fortes ou quaisquer outros tipos de querelas no \u00e2mago da fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<p>Em qualquer circunst\u00e2ncia, deve o homem pautar sua vida num clima de harmonia. Dentro do contexto familiar, essa preocupa\u00e7\u00e3o deve ser ainda maior, pois ali, no aconchego do ninho dom\u00e9stico, a infinita bondade de Deus re\u00fane afetos e desafetos, para que tenham a oportunidade de apararem suas arestas, fortalecendo os elos de simpatia e amor, t\u00e3o indispens\u00e1veis a uma vida de paz.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, perante os familiares que nos s\u00e3o antip\u00e1ticos ou que nos causam avers\u00f5es, fa\u00e7amos o m\u00e1ximo esfor\u00e7o para conquist\u00e1-los agora, enquanto estamos no caminho com eles, evitando o prolongamento dos dias de dissabores e decep\u00e7\u00f5es. Nessas ocasi\u00f5es, o exerc\u00edcio do perd\u00e3o, da fraternidade, da ren\u00fancia e da resigna\u00e7\u00e3o tem fundamental import\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, estando de posse das valiosas informa\u00e7\u00f5es evang\u00e9licas e conhecendo as profundas li\u00e7\u00f5es do Cristo, tomemos a iniciativa de quebrar as algemas da intriga, do revide, da animalidade e das pugnas e saiamos na dire\u00e7\u00e3o daqueles que est\u00e3o ligados a n\u00f3s pelos elos da consanguinidade, pois nossa presen\u00e7a no mesmo lar n\u00e3o \u00e9 fruto do acaso, mas, sim, resultado das a\u00e7\u00f5es do s\u00e1bio e justo c\u00f3digo divino.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o importa se estamos na condi\u00e7\u00e3o de pai, m\u00e3e, irm\u00e3o ou de um filho, e sim que movimentamos todos os recursos dispon\u00edveis para que nosso comportamento esteja sempre orvalhado de fraternidade e amor, na dire\u00e7\u00e3o dos nossos familiares. Compreendamos que nossas conquistas de agora abrir\u00e3o as possibilidades de uma vida serena, uma vez que ningu\u00e9m poder\u00e1 ser feliz carregando no cora\u00e7\u00e3o qualquer lampejo de \u00f3dio, revolta ou amargura.<\/p>\n\n\n\n<p>Em realidade, se n\u00e3o estivermos bem no seio da fam\u00edlia, dificilmente conseguiremos viver em paz no contexto social.<\/p>\n\n\n\n<p>Reflexionemos.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cDesde que tivemos muitas exist\u00eancias, o parentesco remonta \u00e0s anteriores? N\u00e3o poderia ser de outra maneira. A sucess\u00e3o das exist\u00eancias corp\u00f3reas estabelece entre os Esp\u00edritos liames que remontam \u00e0s exist\u00eancias anteriores; disso decorrem frequentemente as causas de simpatia entre v\u00f3s e alguns Esp\u00edritos que vos parecem estranhos\u201d (Allan Kardec, O livro dos Esp\u00edritos, quest\u00e3o n. 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