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Guérisons improbables, science spirituelle et médecine du futur

No Mednesp 2025, o cirurgião Paulo César Frutuoso defendeu que a Medicina está prestes a comprovar o que o Espiritismo já anuncia há mais de um século: a existência do perispírito e sua influência direta na saúde humana.

Durante o evento, o médico cirurgião e pesquisador apresentou reflexões provocadoras sobre os chamados casos de “curas improváveis” ou “remissões espontâneas” – fenômenos raros que, à luz da medicina tradicional, ainda não encontram explicação plausível. Para ele, o equívoco está justamente em buscar respostas apenas no corpo físico. “Muitas doenças não se originam no corpo biológico, mas no corpo espiritual – o perispírito – que começa agora a ser estudado pela ciência com o nome de campo morfogenético”, afirmou.

Frutuoso sustenta que o avanço da tecnologia médica inevitavelmente levará à detecção do Espírito como elemento estruturante da saúde humana. “A antimatéria já é utilizada em exames como a tomografia por emissão de pósitrons. Em breve, a sensibilidade desses aparelhos será suficiente para registrar a presença do perispírito e seus danos”, acredita. Ele cita a já conhecida fotografia Kirlian como indício inicial dessa detecção energética. “Não é milagre, não é sobrenatural. É apenas ciência que ainda não chegou lá”, reforça.

A Medicina não está só

Com base em quatro décadas de vivência no Lar de Frei Luiz, no Rio de Janeiro, o cirurgião relata sua convivência com fenômenos de materialização de Espíritos, inclusive médicos desencarnados que o teriam auxiliado em cirurgias complexas. “Eu nunca entro sozinho em um centro cirúrgico”, diz com convicção. Para ele, essa “egrégora de apoio” é real e atua de forma inteligente. “O que hoje chamamos de regressões espontâneas, muitas vezes, são resultado de intervenções espirituais profundas, ainda incompreendidas pela ciência convencional”.

A ciência como aliada da ética universal

Se a Medicina comprovar um dia a existência do Espírito e da reencarnação, as implicações não serão apenas clínicas, mas também morais. “Se posso nascer palestino ou judeu, negro ou branco, por que odiar o outro? A ciência, ao provar a imortalidade, trará uma revolução ética”, projeta. Para ele, a resistência científica à espiritualidade é um resquício da arrogância histórica do materialismo. Os tempos, porém, estão mudando: “Estamos subindo o degrau de um planeta de provas e expiações para um planeta de regeneração. Isso muda tudo”.

Frutuoso afirma que a deformação perispiritual causada por atos de crueldade, corrupção ou abuso gera consequências reais para o Espírito. “Quem rouba verba da saúde pública está, simbolicamente, decepando cabeças, como os carrascos medievais. O remorso é um dos piores infernos, e dele ninguém escapa”, declara. E adverte: “Se soubessem o que os aguarda, não fariam o que fazem”.

A polêmica do aborto sob a ótica espiritual

O médico também abordou, sem rodeios, o tema do aborto. “A mulher tem direito sobre o próprio corpo, mas não sobre o corpo do filho. A conexão com o Espírito reencarnante se dá no momento da fecundação, acompanhada por equipes espirituais”, afirma. Citou o caso da ativista argentina María del Valle, que liderou a campanha pela legalização do aborto em seu país e morreu aos 23 anos após um aborto legal – fato que ele considera simbólico: “Se ela soubesse o que nós sabemos, teria feito o que fez?”

Nos casos de abuso sexual, Frutuoso sugere que também se considere a lógica reencarnatória: “Que história está sendo resgatada ali? Que missão pode estar embutida nesse nascimento tão sofrido?”. Ele menciona a própria neta, diagnosticada com microcefalia, como exemplo de sofrimento que talvez esconda uma contribuição científica futura: “O mesmo vírus que causou essa tragédia eliminou tumores cerebrais em testes com ratos. Será que não estamos diante de uma missão redentora?”

O futuro vem com Jesus e com a física quântica

Para Frutuoso, o Espiritismo tem papel essencial neste momento de virada planetária: “Nós, espíritas, somos os trabalhadores da última hora. Estamos sendo observados. Nossa coerência entre discurso e prática importa mais do que nunca”. E reforça: “Não se trata de fé cega, mas de experiências empíricas, testemunhadas ao longo de décadas. Não acreditei porque me disseram. Acreditei porque vi. E sigo falando, porque sei que vai chegar o tempo em que tudo isso será norma, e não exceção”.

A conclusão é clara: a Medicina do futuro será profundamente espiritual. E a espiritualidade do futuro será comprovada pela ciência. Até lá, resta à humanidade preparar-se – com ética, conhecimento e coragem.

Sobre a dor e o sentido da existência

Frutuoso encerrou sua participação no Mednesp 2025 com uma das falas mais emocionantes do evento. Questionado sobre como manter a fé em meio ao sofrimento – especialmente quando a dor parece injusta ou desproporcional –, ele foi direto: “Deus não pune ninguém. O que há é uma lei de retorno. E o amor é o único caminho para curar os desequilíbrios que criamos, nesta ou em outras vidas”.

E completou: “Se a vida te derrubou, não pense que é castigo. Às vezes é proteção. Às vezes é reeducação. O Universo não está contra você. Ele está a seu favor. Mesmo quando parece que não”.

Ouça a entrevista completa no podcast da Folha Espírita

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