18 de mai de 2026

Sélecteurs génériques
Correspondance exacte
Recherche dans le titre
Rechercher dans le contenu
Sélecteurs de type de message
Recherche dans les éditions
Recherche dans les anciennes éditions
Recherche dans les nouvelles et les podcasts

18/05/2026

Sélecteurs génériques
Correspondance exacte
Recherche dans le titre
Rechercher dans le contenu
Sélecteurs de type de message
Recherche dans les éditions
Recherche dans les anciennes éditions
Recherche dans les nouvelles et les podcasts

Pourquoi est-il encore si difficile pour les hommes de prendre soin de leur santé ?

O mês de novembro é marcado por uma campanha que salva vidas: o Novembro Azul, movimento mundial de conscientização sobre a saúde do homem e a prevenção do câncer de próstata. Mais do que falar de uma doença, essa campanha busca romper tabus, incentivar o autocuidado e despertar uma mudança cultural: a de que cuidar-se também é um ato de coragem.

O que é o Novembro Azul

Criado na Austrália, em 2003, e difundido mundialmente, o Novembro Azul tem como foco principal informar sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata, o segundo tipo de câncer mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele não melanoma.

No Brasil, o movimento ganhou força em 2011 e hoje é promovido por diversas instituições de saúde, empresas e órgãos públicos, com ações de prevenção, palestras e campanhas educativas.

O que dizem as estatísticas

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de próstata representa cerca de 29% dos diagnósticos de câncer em homens brasileiros. A cada ano, são registrados mais de 70 mil novos casos no país — o que equivale a 1 diagnóstico a cada 7 minutos.

Quando olhamos por faixa etária, o risco aumenta significativamente com o avanço da idade, já que homens acima dos 50 anos estão no grupo de maior risco. Para quem tem histórico familiar da doença (pai, irmão ou tio), o cuidado deve começar ainda mais cedo — a partir dos 45 anos.

O dado mais alarmante é que cerca de 25% dos casos são descobertos em estágio avançado, quando as chances de cura são menores e o tratamento é mais agressivo.

O problema do diagnóstico tardio

A baixa procura por acompanhamento médico é um dos principais motivos pelos quais tantos homens recebem o diagnóstico tarde demais.

Muitos ainda evitam o consultório por vergonha, medo ou preconceito em relação aos exames urológicos, especialmente o toque retal. Soma-se a isso a ideia enraizada de que “homem não adoece” — uma crença que custa caro à saúde.

Estudos mostram que menos da metade dos homens brasileiros realiza consultas médicas regulares. A maioria só busca atendimento quando os sintomas já são evidentes, como dor óssea, dificuldade para urinar ou sangue na urina — sinais de que o câncer já pode estar em estágio avançado.

Essa ausência de prevenção também afeta o diagnóstico de outras doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, reforçando a necessidade de uma mudança de comportamento coletiva.

A importância da prevenção

A boa notícia é que o câncer de próstata, quando identificado no início, tem até 90% de chance de cura.

Os dois principais exames de rastreamento são: PSA (exame de sangue), que mede a quantidade de uma proteína produzida pela próstata e o toque retal, que permite ao médico avaliar o tamanho e a consistência do órgão.

    Esses exames são simples, rápidos e podem salvar vidas — especialmente quando realizados com regularidade.

    Mais do que prevenção, uma mudança de atitude

    O Novembro Azul é um convite para que os homens revisitem sua relação com o cuidado. Cuidar-se não é sinal de fraqueza, mas de responsabilidade consigo mesmo e com quem se ama.

    Neste mês…faça seus exames, converse sobre o tema com amigos e familiares e incentive outros homens a procurarem o médico.

    Porque a prevenção é o melhor caminho para uma vida longa, saudável e plena.

    Laisser un commentaire

    Votre adresse e-mail ne sera pas publiée. Les champs obligatoires sont indiqués avec *

    Profitez de cette offre !

    Découvrez les productions d'Editora FE

    Assinatura Open Sites