{"id":1594,"date":"2021-05-04T12:15:16","date_gmt":"2021-05-04T15:15:16","guid":{"rendered":"https:\/\/folhaespirita.com.br.br\/jornal\/?p=1594"},"modified":"2026-01-23T20:17:20","modified_gmt":"2026-01-23T23:17:20","slug":"pandemia-e-limites-no-relacionamento-com-nossos-pets","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/folhaespirita.com.br\/fr\/2021\/05\/04\/pandemia-e-limites-no-relacionamento-com-nossos-pets\/","title":{"rendered":"Pandemia estreita relacionamento com nossos pets. Ser\u00e1 que passamos do limite?"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-large is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/folhaespirita.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Irvenia-prado.jpg\" alt=\"Dra. Irv\u00eania Prada\" class=\"wp-image-1629\" width=\"197\" height=\"262\" srcset=\"https:\/\/folhaespirita.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Irvenia-prado.jpg 472w, https:\/\/folhaespirita.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Irvenia-prado-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 197px) 100vw, 197px\" \/><figcaption>Irv\u00eania L.S. Prada <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Qual deve ser a nossa rela\u00e7\u00e3o com os pets? Irv\u00eania L. S. Prada (foto), m\u00e9dica-veterin\u00e1ria pela Universidade de S\u00e3o Paulo, faz alguns alertas sobre atitudes equivocadas que podemos ter em rela\u00e7\u00e3o a eles, principalmente hoje, quando, por conta do isolamento social, temos um conv\u00edvio mais intenso. Professora titular e pesquisadora em Neuroanatomia, ex-presidente da Comiss\u00e3o de \u00c9tica da Faculdade de Medicina Veterin\u00e1ria da USP e do Conselho Orientador da Funda\u00e7\u00e3o Parque Zool\u00f3gico de S\u00e3o Paulo, a palestrante esp\u00edrita, autora de diversos livros, dentre eles <a href=\"https:\/\/www.feeditora.com.br\/livros\/a-questao-espiritual-dos-animais-12a-edicao\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>La question spirituelle des animaux<\/em>, um dos maiores <em>best-sellers<\/em> da FE Editora<\/a>, tamb\u00e9m trata, nesta entrevista, da prote\u00e7\u00e3o espiritual que temos quando cuidamos dos animais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os animais t\u00eam alma como a gente?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Irv\u00eania Prada \u2013<\/strong> Essa pergunta \u00e9 o t\u00edtulo de um dos livros de Ernesto Bozzano, fil\u00f3sofo genov\u00eas espiritualista. Ela \u00e9 recorrente sempre que a gente trata de algum assunto relacionado \u00e0 vida espiritual dos animais. A resposta \u00e9 positiva, e quando trato desse assunto gosto de citar a fonte, ent\u00e3o vamos para <em>Le livre des esprits<\/em>, quest\u00e3o 597. Kardec pergunta aos Esp\u00edritos: \u201cse os animais t\u00eam uma intelig\u00eancia que lhes d\u00e1 uma certa liberdade de a\u00e7\u00e3o, h\u00e1 neles um princ\u00edpio independente da mat\u00e9ria?\u201d <a href=\"https:\/\/pt.calameo.com\/read\/000143697d1dcdc65a8cb\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Kardec<\/strong><\/a> foi t\u00e3o oportuno que usou duas palavras \u2013 intelig\u00eancia e princ\u00edpio \u2013, utilizando-as depois em outras quest\u00f5es. H\u00e1 de se notar que, nessa pergunta, Kardec n\u00e3o faz o questionamento se os animais t\u00eam intelig\u00eancia. Ele afirma quando diz: \u201cos animais t\u00eam uma intelig\u00eancia que lhes d\u00e1 uma certa liberdade de a\u00e7\u00e3o, h\u00e1 neles um princ\u00edpio independente da mat\u00e9ria?\u201d A resposta \u00e9 positiva, isto \u00e9, os animais t\u00eam uma alma que sobrevive \u00e0 morte do corpo f\u00edsico. Muito embora em outros locais da obra da Codifica\u00e7\u00e3o esse assunto esteja bem evidenciado, acho que essa quest\u00e3o 597 de <em>Le livre des esprits<\/em> faz um resumo disso, porque a pergunta \u00e9 muito bem-feita, e a resposta \u00e9 esclarecedora. \u00c9 inquestion\u00e1vel que os animais t\u00eam uma intelig\u00eancia ligada a um princ\u00edpio, que \u00e9 o espiritual, e que sobrevive \u00e0 morte do corpo f\u00edsico. No meu livro <em>La question spirituelle des animaux<\/em>, editado pela Folha Esp\u00edrita, eu conto um caso que encontrei no livro <em><a href=\"https:\/\/pt.calameo.com\/read\/00014369720b1cc244402\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Testemunhos de Chico Xavier<\/a><\/em>, da nossa companheira Suely Caldas Schubert. Ela relata a respeito de uma carta que Chico Xavier escreveu a Wantuil de Freitas, em janeiro de 1950. Ele descreve que o seu cachorro Lorde foi ficando doente e, ao morrer, Chico viu a figura de seu irm\u00e3o Jos\u00e9, j\u00e1 desencarnado, vir acolher nos bra\u00e7os a figura espiritual do c\u00e3o. Imaginem a beleza dessa cena! Chico ainda continua essa carta dizendo que nos meses que se seguiram, quando Jos\u00e9 lhe aparecia em Esp\u00edrito, vinha sempre acompanhado da figura espiritual do Lorde. Esse caso est\u00e1 relatado nesse livro e confirma a resposta da quest\u00e3o 597 de <em>Le livre des esprits<\/em>: os animais t\u00eam alma, portanto sobrevivem \u00e0 morte do corpo f\u00edsico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Desde a era primitiva os animais v\u00eam sendo domesticados. Como voc\u00ea v\u00ea esse relacionamento que vem sendo desenvolvido entre o ser humano e eles?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Irv\u00eania \u2013 <\/strong>\u00c0 medida que eles v\u00e3o se tornando domesticados, os animais se acomodam no nosso ambiente familiar, se tornam d\u00f3ceis. Como dizia a dra. Hannelore Fuchs, uma colega da veterin\u00e1ria, eles desenvolvem conosco um amor incondicional. Essa rela\u00e7\u00e3o afetiva se mant\u00e9m at\u00e9 hoje.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>No final do ano passado, foi lan\u00e7ado o document\u00e1rio <em>Professor Polvo<\/em>, que traz a hist\u00f3ria de um cineasta que desenvolveu uma amizade que muitos v\u00e3o considerar improv\u00e1vel, com um polvo, numa floresta de algas na \u00c1frica do Sul. Em seu livro <em>La question spirituelle des animaux<\/em>, voc\u00ea fala da consci\u00eancia dos animais e cita o polvo. O que voc\u00ea acha do tema desse document\u00e1rio?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Irv\u00eania <\/strong>\u2013 Eu vi este document\u00e1rio. Ele \u00e9 muito bonito e nos remete \u00e0 chamada Declara\u00e7\u00e3o de Cambridge, um texto elaborado por v\u00e1rios neurocientistas em um evento, em 2012, no Reino Unido, que informa que n\u00e3o podemos mais fazer de conta que n\u00e3o sabemos que mam\u00edferos, aves e at\u00e9 alguns invertebrados como os polvos t\u00eam consci\u00eancia. Eles justificam que as mesmas estruturas do c\u00e9rebro humano que s\u00e3o utilizadas na manifesta\u00e7\u00e3o de atos de consci\u00eancia tamb\u00e9m existem nesses animais. Esse texto, que ficou conhecido como Declara\u00e7\u00e3o de Cambridge, \u00e9 um documento muito valioso para todos n\u00f3s que trabalhamos na \u00e1rea da chamada prote\u00e7\u00e3o e defesa animal. Eu investiguei o c\u00e9rebro dos polvos e, apesar de serem seres invertebrados, eles t\u00eam algumas caracter\u00edsticas muito evolutivas, por exemplo, olhos como os mam\u00edferos. O c\u00e9rebro deles \u00e9 muito desenvolvido, tem 14 lobos com fun\u00e7\u00f5es espec\u00edficas com associa\u00e7\u00e3o de fun\u00e7\u00f5es, inclusive motoras, que permitem a coordena\u00e7\u00e3o de oito bra\u00e7os. Hoje, estudos feitos com \u00e1reas cerebrais dos c\u00e3es mostram que eles t\u00eam v\u00e1rias dessas \u00e1reas muito parecidas, estrutural e funcionalmente, com o padr\u00e3o humano e que justificam, por exemplo, a maneira como eles entendem o que a gente est\u00e1 falando. H\u00e1 a manifesta\u00e7\u00e3o de consci\u00eancia. Ent\u00e3o, esse relacionamento afetivo que neste document\u00e1rio se criou entre a criatura humana e o polvo \u00e9 perfeitamente poss\u00edvel porque ele tem estrutura cerebral compat\u00edvel para entender o comportamento da pessoa e criar, com ela, essa rela\u00e7\u00e3o afetiva.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-vivid-cyan-blue-color has-white-background-color has-text-color has-background has-medium-font-size\"><strong>\u201cPrecisamos respeitar os animais que est\u00e3o conosco, o seu repert\u00f3rio de comportamento, e n\u00e3o transform\u00e1-los em bonecos de estimula\u00e7\u00e3o de beb\u00eas humanos nem em brinquedos.\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A estimativa do IBGE, no \u00faltimo Censo, em 2018, \u00e9 que o Brasil tenha 139,3 milh\u00f5es de animais de estima\u00e7\u00e3o, com um crescimento de 7 milh\u00f5es em compara\u00e7\u00e3o a 2013. O mesmo Censo indica que h\u00e1 mais animais que crian\u00e7as pequenas nos lares brasileiros e isso \u00e9 uma tend\u00eancia. Qual a explica\u00e7\u00e3o para isso?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Irv\u00eania<\/strong> \u2013 Isso \u00e9 um dado preocupante, porque vemos que a fam\u00edlia vem mudando de caracter\u00edsticas rapidamente. Com a inser\u00e7\u00e3o da mulher no mercado de trabalho, essa fun\u00e7\u00e3o primordial, que \u00e9 da maternidade, vai ficando mais restrita pela falta de tempo, e o n\u00famero de filhos, Esp\u00edritos reencarnantes, \u00e9 bem menor do que dos nossos av\u00f3s. Esse sentimento de maternidade, de acolhimento, faz com que muitas pessoas se tornem tutoras de v\u00e1rios animais. As pessoas que t\u00eam esse vazio existencial de relacionamento com o ser humano e trazem um animal para dentro de suas casas buscando preencher esse vazio est\u00e3o cometendo um grande equ\u00edvoco, porque s\u00e3o contextos diferentes. Acontece muito de as pessoas chamarem seus pets de filhos, mas \u00e9 um comportamento inadequado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Em tempos de pandemia, de isolamento social, que papel voc\u00ea acha que os animais exercem em rela\u00e7\u00e3o aos seus tutores? Entidades protetoras dizem que as ado\u00e7\u00f5es cresceram nesse per\u00edodo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Irv\u00eania <\/strong>\u2013 Eles t\u00eam uma import\u00e2ncia t\u00e3o grande que hoje j\u00e1 trabalhamos profissionalmente com os conceitos de fam\u00edlia multiesp\u00e9cie e de sa\u00fade \u00fanica. O animal passa a ter um relacionamento t\u00e3o intenso com os membros da fam\u00edlia que n\u00e3o \u00e9 mais aquele modelo no qual eu fui criada, em que voc\u00ea tinha um animal e ele ficava no quintal. Ele n\u00e3o entrava em casa, n\u00e3o subia no seu sof\u00e1, n\u00e3o dormia na sua cama. Durante a pandemia, \u00e9 claro que todos est\u00e3o contidos dentro desse ambiente de isolamento, ent\u00e3o estreitam os la\u00e7os afetivos. Os animais, como s\u00e3o muito afetivos, nos devolvem com muita intensidade essa resposta afetiva. \u00c9 preciso, de todo modo, prestar aten\u00e7\u00e3o para que o animal n\u00e3o seja o centro das aten\u00e7\u00f5es. Ele \u00e9 um dos componentes, mas tem o seu lugar. \u00c9 muito importante que a gente estabele\u00e7a esse limite. Eles n\u00e3o podem ser tratados como beb\u00eas ou brinquedos. Humanizar o pet \u00e9 inadequado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>En <em>Evolu\u00e7\u00e3o em dois mundos<\/em>, Andr\u00e9 Luiz trata do princ\u00edpio inteligente. Se intervimos na evolu\u00e7\u00e3o desses princ\u00edpios inteligentes, eles podem ter dificuldades para lidar com isso quando desencarnam, sentindo solid\u00e3o e falta de afeto?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Irv\u00eania <\/strong>\u2013 Quando a rela\u00e7\u00e3o \u00e9 afetiva e tem esse princ\u00edpio b\u00e1sico de respeitar o repert\u00f3rio de comportamento da esp\u00e9cie, tanto do ponto de vista f\u00edsico quanto espiritual, ele vai ter benef\u00edcios. Toda rela\u00e7\u00e3o afetiva beneficia ambas as partes quando ocorre de maneira adequada. Certa vez, perguntaram a Chico Xavier o que seria feito desses animais que s\u00e3o treinados para matar e para perseguir, por exemplo, nas guerras civis e nesses grupos terroristas. Ele explicou que eles ter\u00e3o de ser reconduzidos no aprendizado do amor. Isso porque toda a viv\u00eancia harmoniosa \u00e9 o que n\u00f3s desejamos e que vai sustentar o nosso processo evolutivo. Sabemos que, quando poss\u00edvel, os animais retornam em processo reencarnat\u00f3rio para a mesma fam\u00edlia onde viveram.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>No livro <em>Mission\u00e1rios da luz<\/em>, cap\u00edtulo IV, Alexandre trata da import\u00e2ncia da qualidade do nosso relacionamento com os animais para que possamos merecer a prote\u00e7\u00e3o dos amigos espirituais. Como voc\u00ea v\u00ea essa passagem?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Irv\u00eania \u2013 <\/strong>No livro <em>La question spirituelle des animaux<\/em>, comento essa passagem. Alexandre e Andr\u00e9 Luiz est\u00e3o dando assist\u00eancia a uma fam\u00edlia muito necessitada e Andr\u00e9 Luiz, na sua ingenuidade de ent\u00e3o aprendiz, pergunta por que o plano espiritual n\u00e3o estava atendendo a essa fam\u00edlia. Alexandre explica que o plano espiritual enviava boas vibra\u00e7\u00f5es a eles, que entretanto n\u00e3o conseguiam receb\u00ea-las porque se encontravam envoltos em fluidos delet\u00e9rios causados pela maneira cruel como tratavam os seus animais. Alexandre aconselha: para que n\u00f3s possamos merecer a ajuda do plano espiritual superior, \u00e9 necess\u00e1rio que tenhamos a mesma conduta em rela\u00e7\u00e3o \u00e0queles que consideramos, pretensiosamente, nossos inferiores.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"Spotify Embed: 3 - PodCast - 216 anos de Kardec - Entrevista com a dra. 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