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irMãe:
Tu que cantas “Glórias ao Senhor”, entre as honrarias que recebes no Dia das Mães!
Tu que te curvas ante o Pai Celestial, ao ver teu ninho doméstico nimbado de luz, pelo carinho e pela ternura de teus filhos…
Tu que agradeces a bênção da maternidade no dever retamente cumprido…
Tu que reconheces que “a colheira é superior à semeadura…”
Lembra-te das mães menos felizes!
Daquelas que trazem a taça de amargura e fel da ingratidão dos próprios filhos!
Das que trazem os olhos esfogueados pelas lágrimas ao contemplarem seus filhos entre as grades de uma prisão!
Daquelas que trazem a tortura da fome e do frio, oferecem o seio ressequido, onde debalde seus filhinhos buscam alimento!
Das que vagueiam sem teto, carregando seus rebentos nos braços!
Daquelas que se encontram retidas nos leitos dos hospitais!
Das que se veem impedidas de receber sequer um beijo de seus filhinhos, por serem portadoras de doenças contagiosas!
Daquelas que envolvidas pela trama da ilusão terrena se descuidaram de seus deveres de mãe e hoje choram amargamente seus enganos!
Das que choram os filhos mortos!
E daquelas outras que já se encontram do outro lado da vida, lutando desesperadamente para amparar os filhos, vítimas de sua displicência!
Mãe:
Oremos por todas elas!
Que sejam heroínas anônimas ou não, quer vivam no plano Terra ou no plano espiritual, recordemo-nos de todas!
Roguemos ao Senhor dos mundos que as ampare, para que ressurjam do caos do sofrimento ou da incompreensão, no glorioso Dia das Mães!
E então, sim, entoemos o hino de Glória ao Senhor, pela bênção que nos concede de servir e amar, através do próximo, vendo em cada irmão do caminho, um filho do coração! Pois Jesus nos disse: “Quem é minha mãe? Quem são meus irmãos?”
A hora em que entendermos essa Sublime Parábola, dar-nos-emos todos as mãos, livres do egoísmo avassalador que tanto separa os homens!
Zilda G. Rosin