{"id":13471,"date":"2026-05-10T22:53:34","date_gmt":"2026-05-11T01:53:34","guid":{"rendered":"https:\/\/folhaespirita.com.br\/?p=13471"},"modified":"2026-05-10T22:53:36","modified_gmt":"2026-05-11T01:53:36","slug":"maes-que-sustentam-vidas-uma-homenagem-as-maes-solo-e-ao-legado-de-amor-de-marlene-nobre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/folhaespirita.com.br\/pt\/2026\/05\/10\/maes-que-sustentam-vidas-uma-homenagem-as-maes-solo-e-ao-legado-de-amor-de-marlene-nobre\/","title":{"rendered":"M\u00e3es que sustentam vidas: uma homenagem \u00e0s m\u00e3es solo e ao legado de amor de Marlene Nobre"},"content":{"rendered":"<p>A maternidade solo, no Brasil, tem rosto, nome e uma coragem que nos comove profundamente. \u00c9 a m\u00e3e que acorda no escuro para preparar o caf\u00e9, arrumar os filhos, enfrentar o transporte lotado, cumprir o dia inteiro de trabalho, voltar para casa, ajudar na li\u00e7\u00e3o, organizar tudo para o dia seguinte e recome\u00e7ar. \u00c9 a mulher que, muitas vezes sem rede de apoio, sustenta o lar com um sal\u00e1rio que mal cobre o b\u00e1sico, disputa vaga em creche, enfrenta filas em servi\u00e7os p\u00fablicos e, ainda assim, encontra for\u00e7as para um sorriso, um abra\u00e7o apertado, uma prece sussurrada antes de dormir.<\/p>\n\n\n\n<p>Os estudos sobre a realidade brasileira mostram que essa cena n\u00e3o \u00e9 exce\u00e7\u00e3o; \u00e9 parte de um quadro profundo de \u201cfeminiza\u00e7\u00e3o da pobreza\u201d. Em grande parte dos lares, a mulher \u00e9 a principal respons\u00e1vel pela manuten\u00e7\u00e3o da casa, muitas vezes como m\u00e3e solo, com trabalho exaustivo, renda inst\u00e1vel e pouco acesso a pol\u00edticas p\u00fablicas eficazes. Segundo dados de 2022, mais de 10,9 milh\u00f5es de mulheres s\u00e3o m\u00e3es solo respons\u00e1veis pelo domic\u00edlio, em um contexto em que elas ganham, em m\u00e9dia, quase 40% menos do que pais com c\u00f4njuge, enfrentam mais precariedade, menos prote\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria e maior concentra\u00e7\u00e3o em trabalhos desvalorizados, como o servi\u00e7o dom\u00e9stico. (1)<\/p>\n\n\n\n<p>Por tr\u00e1s das estat\u00edsticas, h\u00e1 hist\u00f3rias de luta silenciosa. S\u00e3o essas m\u00e3es que se tornam a base afetiva, moral e material de suas fam\u00edlias; que mant\u00eam a vida em movimento; que impedem a ruptura total de lares fr\u00e1geis; que seguram pela m\u00e3o Esp\u00edritos em provas dif\u00edceis para que n\u00e3o desistam da exist\u00eancia f\u00edsica. Neste m\u00eas que homenageamos as M\u00e3es, sob a \u00f3tica do Espiritismo, queremos transformar esses dados em reflex\u00e3o, respeito e gratid\u00e3o. A data n\u00e3o \u00e9 apenas um convite \u00e0 comemora\u00e7\u00e3o, mas \u00e0 consci\u00eancia. \u00c9 dia de reconhecer o valor de todas as mulheres e, de maneira muito especial, das m\u00e3es solo, verdadeiro pilar do desenvolvimento da nossa sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p>A Doutrina Esp\u00edrita nos ajuda a ver, por tr\u00e1s dessa realidade dura, um horizonte de sentido. Desde suas bases, o Espiritismo afirma a igualdade essencial dos Esp\u00edritos. Em sua natureza \u00edntima, o Esp\u00edrito n\u00e3o tem sexo; as diferen\u00e7as entre homens e mulheres pertencem ao corpo, n\u00e3o \u00e0 alma. As faculdades da intelig\u00eancia, da vontade, da sensibilidade moral e da intui\u00e7\u00e3o pertencem, em plenitude, a todos. Quando a Revista Esp\u00edrita reflete sobre o papel da mulher, apresenta-o \u00e0 luz dessa paridade espiritual, destacando a \u201cplenitude de faculdades\u201d que legitima sua capacidade de liderar o n\u00facleo familiar, educar consci\u00eancias e orientar destinos. A mulher, na vis\u00e3o esp\u00edrita, n\u00e3o \u00e9 ser subordinado, mas parceira plena na constru\u00e7\u00e3o moral da fam\u00edlia e da sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa compreens\u00e3o ilumina, de maneira particular, a figura da m\u00e3e solo brasileira. Em um cen\u00e1rio de aus\u00eancia paterna e de car\u00eancias materiais, \u00e9 ela que assume, quase sempre, a chefia do lar, a educa\u00e7\u00e3o dos filhos, o cuidado com familiares idosos; tudo ao mesmo tempo. Longe de qualquer ideia de inferioridade, a Doutrina reconhece o protagonismo espiritual dessas mulheres, que se colocam na linha de frente do cuidado de Esp\u00edritos em processo de reajuste e crescimento. Sob o olhar sociodocumental, a maternidade solo deixa de ser apenas um indicador de vulnerabilidade e passa a ser tamb\u00e9m um campo de prova onde responsabilidade, coragem e f\u00e9 se encontram.<\/p>\n\n\n\n<p>A realidade do abandono paterno, que tantos estudos apontam como componente importante dos arranjos familiares chefiados por mulheres, \u00e9 descrita pelos Esp\u00edritos como express\u00e3o da \u201canomalia de certos caracteres\u201d: Esp\u00edritos que, por fragilidade moral, falham no dever de corresponsabilidade e amor. Os destinos que parecem marcados pela fatalidade encontram, por\u00e9m, uma \u201c\u00fanica solu\u00e7\u00e3o poss\u00edvel e racional\u201d na Doutrina da Escolha das Provas. As dificuldades materiais, emocionais e sociais n\u00e3o s\u00e3o castigos enviados por um Deus punitivo; s\u00e3o provas aceitas pelo Esp\u00edrito antes de reencarnar, com vistas ao progresso.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso n\u00e3o significa legitimar injusti\u00e7as ou romantizar a pobreza. Significa reconhecer que, no plano espiritual, a luta dessas mulheres tem um peso imenso. Em muitos lares, se n\u00e3o fosse a m\u00e3e que permanece, a encarna\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios Esp\u00edritos se perderia em abandono, viol\u00eancia ou desespero. Quantos filhos, em situa\u00e7\u00e3o de risco, s\u00f3 n\u00e3o sucumbiram \u00e0s drogas, \u00e0 criminalidade ou \u00e0 desesperan\u00e7a porque tinham uma m\u00e3e que acreditava neles, que orava por eles, que trabalhava por eles? Quantos jovens voltaram atr\u00e1s, diante de decis\u00f5es que poderiam marcar a vida inteira, ao se lembrarem do esfor\u00e7o da m\u00e3e, da ren\u00fancia silenciosa, da confian\u00e7a que ela depositava em seu futuro? Em muitos casos, \u00e9 o amor firme, a presen\u00e7a constante e a prece sincera dessa m\u00e3e que d\u00e3o sustenta\u00e7\u00e3o para que o Esp\u00edrito reencarnado n\u00e3o desista de sua prova.<\/p>\n\n\n\n<p>O Espiritismo tamb\u00e9m nos lembra que a maternidade transcende o corpo e o tempo. No caso \u201cM\u00e3e, estou aqui!\u201d, apresentado na Revista Esp\u00edrita, a comunica\u00e7\u00e3o da jovem J\u00falia com a m\u00e3e, por meio do apelido \u00edntimo \u201cLili\u201d, desconhecido dos presentes, oferece uma prova sens\u00edvel de identidade espiritual. Na mensagem, a filha consola a m\u00e3e, afirma que \u00e9 feliz, que n\u00e3o sofre mais e que a v\u00ea sempre, dizendo que procura consol\u00e1-la. Esse quadro comovente sintetiza uma verdade consoladora: o v\u00ednculo entre m\u00e3e e filho n\u00e3o se rompe com a morte; permanece como liga\u00e7\u00e3o de Esp\u00edritos companheiros.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a m\u00e3e solo, muitas vezes abra\u00e7ando sozinha a responsabilidade pela vida dos filhos, essa certeza \u00e9 um al\u00edvio e uma for\u00e7a. Saber que seus filhos, encarnados ou desencarnados, s\u00e3o Esp\u00edritos que caminham com ela; perceber que seus esfor\u00e7os, aparentemente invis\u00edveis ao mundo, s\u00e3o vistos pela espiritualidade; intuir que cada l\u00e1grima silenciosa e cada s\u00faplica \u00edntima s\u00e3o acolhidas; tudo isso sustenta a alma. A miss\u00e3o da maternidade, especialmente nas condi\u00e7\u00f5es mais exigentes, \u00e9 acompanhada de perto por uma rede de apoio espiritual que inspira, fortalece e ampara essas mulheres em suas horas mais dif\u00edceis.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas o Espiritismo n\u00e3o nos chama apenas a compreender e consolar; ele nos convoca \u00e0 a\u00e7\u00e3o. Os Esp\u00edritos Superiores, desde a Introdu\u00e7\u00e3o da Revista Esp\u00edrita de 1858, enfatizam a \u201cpr\u00e1tica do bem e a caridade evang\u00e9lica para com todos\u201d como resposta real ao sofrimento humano. No campo da maternidade solo, esse chamado \u00e9 muito claro. A caridade come\u00e7a por um novo olhar. \u00c9 preciso romper o estigma; abandonar o julgamento que, por vezes, recai sobre a mulher que cria seus filhos sozinha; enxergar, antes de tudo, uma m\u00e3e que est\u00e1 lutando, que precisa de apoio, n\u00e3o de cr\u00edticas. A verdadeira caridade n\u00e3o se ocupa de investigar a vida \u00edntima da fam\u00edlia; ela acolhe, respeita, fortalece.<\/p>\n\n\n\n<p>Em seguida, a caridade se expressa na fraternidade concreta. A Doutrina reconhece que a priva\u00e7\u00e3o extrema enfraquece o \u00e2nimo e dificulta o foco na miss\u00e3o espiritual. Auxiliar na subsist\u00eancia; garantir acesso a direitos; orientar com delicadeza; oferecer condi\u00e7\u00f5es para que a m\u00e3e possa trabalhar e estudar; tudo isso \u00e9 Evangelho em a\u00e7\u00e3o. Cesta b\u00e1sica, medicamento, roupa, apoio pr\u00e1tico: quando movidos pelo amor, tornam-se instrumentos de Deus em favor de m\u00e3es e filhos. Ajudar a m\u00e3e \u00e9 ajudar o filho; apoiar a fam\u00edlia \u00e9 colaborar para que provas dif\u00edceis n\u00e3o se transformem em sofrimento desesperador.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Experi\u00eancia do Lar do Alvorecer<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 nesse contexto que a experi\u00eancia do Lar do Alvorecer Marlene Nobre, em Diadema (SP), se torna um testemunho vivo da sensibilidade esp\u00edrita diante das m\u00e3es solo. Como atividade assistencial do Grupo Esp\u00edrita Cairbar Schutel, o Lar do Alvorecer, em Diadema, h\u00e1 63 anos conhece de perto essa realidade. Ali, a maternidade solo n\u00e3o \u00e9 apenas um dado em relat\u00f3rios; \u00e9 hist\u00f3ria concreta, com nome e sobrenome. \u00c9 crian\u00e7a que encontra seguran\u00e7a na creche; \u00e9 m\u00e3e que respira um pouco mais aliviada ao ter onde deixar o filho para poder trabalhar com menos ansiedade.<\/p>\n\n\n\n<p>No Lar do Alvorecer, o suporte \u00e0s m\u00e3es vai muito al\u00e9m do cuidado com as crian\u00e7as. A institui\u00e7\u00e3o oferece o Clube de M\u00e3es, espa\u00e7o de conviv\u00eancia, di\u00e1logo e aprendizado, onde elas podem partilhar dores, trocar experi\u00eancias, criar la\u00e7os de amizade e perceber que n\u00e3o est\u00e3o isoladas. Ali, muitas descobrem, pela primeira vez, que suas hist\u00f3rias t\u00eam valor, que suas opini\u00f5es contam, que sua vida n\u00e3o se resume ao sofrimento.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m um cuidado especial com a sa\u00fade mental. M\u00e3es s\u00e3o acolhidas por psiquiatras e psic\u00f3logos, numa perspectiva de cuidado integral, que considera o impacto das press\u00f5es sociais, econ\u00f4micas e familiares sobre o equil\u00edbrio emocional. Esse apoio ajuda a prevenir o adoecimento silencioso da alma que tantas vezes acompanha o excesso de responsabilidades e a falta de descanso. O fortalecimento ps\u00edquico dessas mulheres \u00e9, tamb\u00e9m, um investimento direto na prote\u00e7\u00e3o e no desenvolvimento de seus filhos.<\/p>\n\n\n\n<p>No \u00e2mbito material, o Lar do Alvorecer oferece cestas b\u00e1sicas, medicamentos, roupas e outros itens essenciais para que essas fam\u00edlias tenham um m\u00ednimo de seguran\u00e7a. \u00c9 a caridade que entra pela porta da cozinha, que alivia a ang\u00fastia de n\u00e3o saber o que haver\u00e1 na mesa, que evita que o desespero empurre algu\u00e9m para escolhas que s\u00f3 aumentariam a dor. Tudo isso se une ao suporte espiritual, por meio do estudo doutrin\u00e1rio, da ora\u00e7\u00e3o, do atendimento fraterno, do acolhimento respeitoso que n\u00e3o humilha, mas eleva.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse olhar atento e amoroso para as m\u00e3es, em especial para as m\u00e3es solo, sempre foi uma bandeira muito querida da dra. Marlene Nobre. M\u00e9dica, trabalhadora esp\u00edrita, defensora incans\u00e1vel da dignidade da vida, ela compreendia, com clareza rara, o quanto essas mulheres precisam de apoio integral: material, emocional, ps\u00edquico e espiritual. Dra. Marlene n\u00e3o via a m\u00e3e apenas como \u201cacompanhante\u201d da crian\u00e7a; via uma pessoa que tamb\u00e9m sofre, tamb\u00e9m precisa ser ouvida, cuidada, orientada.<\/p>\n\n\n\n<p>Sob sua inspira\u00e7\u00e3o, o Lar do Alvorecer se consolidou como um verdadeiro ref\u00fagio para m\u00e3es e filhos. Muitas mulheres chegaram exaustas, desacreditadas de si mesmas, e foram, aos poucos, reencontrando for\u00e7as, descobrindo caminhos, fortalecendo a autoestima. O legado de dra. Marlene est\u00e1 inscrito em cada crian\u00e7a amparada, em cada m\u00e3e que encontrou ali um ombro amigo, em cada fam\u00edlia que conseguiu seguir adiante quando tudo parecia ruir.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste Dia das M\u00e3es, ao elevarmos nossa homenagem \u00e0s m\u00e3es solo do Brasil, queremos tamb\u00e9m dirigir um agradecimento emocionado \u00e0 dra. Marlene Nobre. Que ela receba, onde estiver, nossa sincera gratid\u00e3o. Gratid\u00e3o por ter colocado sua intelig\u00eancia, sua sensibilidade e sua f\u00e9 a servi\u00e7o dos mais vulner\u00e1veis. Gratid\u00e3o por ter feito da defesa da maternidade, especialmente a maternidade em condi\u00e7\u00f5es de maior fragilidade, uma causa permanente. Gratid\u00e3o por ter nos mostrado, com sua vida, que ci\u00eancia e espiritualidade caminham juntas quando o objetivo \u00e9 servir e amar.<\/p>\n\n\n\n<p>A voc\u00ea que nos acompanha, deixamos um convite fraterno: conhe\u00e7a mais de perto o trabalho do Grupo Esp\u00edrita Cairbar Schutel e do Lar do Alvorecer Marlene Nobre. Visite, informe-se, compartilhe, participe na medida de suas possibilidades. Os detalhes sobre nossas atividades e formas de colabora\u00e7\u00e3o est\u00e3o em <a href=\"https:\/\/www.gecairbarschutel.org.br\">www.gecairbarschutel.org.br<\/a>. Seu interesse, sua ajuda, sua ora\u00e7\u00e3o, sua presen\u00e7a podem significar al\u00edvio real para muitas m\u00e3es e crian\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste Dia das M\u00e3es, reafirmamos: as m\u00e3es solo n\u00e3o s\u00e3o apenas um recorte de vulnerabilidade social; s\u00e3o Esp\u00edritos em miss\u00e3o, cujo esfor\u00e7o cotidiano sustenta a continuidade de in\u00fameras exist\u00eancias. Muitos filhos s\u00f3 permanecem na encarna\u00e7\u00e3o e encontram caminhos de regenera\u00e7\u00e3o gra\u00e7as ao amor, \u00e0 coragem e \u00e0 f\u00e9 dessas mulheres. Que possamos honr\u00e1-las com respeito, amparo e reconhecimento. Que cada m\u00e3e, amparada pela espiritualidade maior, sinta em seu cora\u00e7\u00e3o que sua luta n\u00e3o \u00e9 em v\u00e3o, que seu amor \u00e9 for\u00e7a transformadora e que seu exemplo \u00e9 luz para o futuro.<\/p>\n\n\n\n<p>Refer\u00eancias<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Carran\u00e7a, Thais. \u201cA pesquisadora que estuda o mercado de trabalho das m\u00e3es solo no Brasil: \u2018Ganham 40% menos que pais casados\u2019\u201d. BBC News Brasil, 8 mar. 2026. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/articles\/cd9gvgqn9vgo\">https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/articles\/cd9gvgqn9vgo<\/a><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>A pesquisadora que estuda m\u00e3es solo no Brasil: &#8216;Ganham 40% menos que pais casados&#8217; &#8211; BBC News Brasil<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Revista Esp\u00edrita, janeiro de 1858, Introdu\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li>Revista Esp\u00edrita, janeiro de 1858, \u201cEvoca\u00e7\u00f5es particulares: \u2018M\u00e3e, estou aqui!\u2019\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li>Revista Esp\u00edrita, janeiro de 1858, \u201cDiferentes naturezas de manifesta\u00e7\u00f5es\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li>Revista Esp\u00edrita, agosto de 1858, \u201cA Caridade\u201d \u2013 comunica\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Vicente de Paulo.<\/li>\n\n\n\n<li>Revista Esp\u00edrita, setembro de 1858, \u201cPlat\u00e3o: Doutrina da Escolha das Provas\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li>Revista Esp\u00edrita, novembro de 1858, \u201cIndepend\u00eancia Sonamb\u00falica\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li>Revista Esp\u00edrita, dezembro de 1858, \u201cO Papel da Mulher\u201d.<\/li>\n<\/ul>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A maternidade solo, no Brasil, tem rosto, nome e uma coragem que nos comove profundamente. \u00c9 a m\u00e3e que acorda no escuro para preparar o caf\u00e9, arrumar os filhos, enfrentar o transporte lotado, cumprir o dia inteiro de trabalho, voltar para casa, ajudar na li\u00e7\u00e3o, organizar tudo para o dia seguinte e recome\u00e7ar. \u00c9 a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":13070,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[22],"tags":[],"edicoes":[796],"class_list":["post-13471","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-editorial","edicoes-796"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/folhaespirita.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13471","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/folhaespirita.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/folhaespirita.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaespirita.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaespirita.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13471"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/folhaespirita.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13471\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13472,"href":"https:\/\/folhaespirita.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13471\/revisions\/13472"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaespirita.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13070"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/folhaespirita.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13471"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaespirita.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13471"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaespirita.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13471"},{"taxonomy":"edicoes","embeddable":true,"href":"https:\/\/folhaespirita.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/edicoes?post=13471"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}