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87,7% de acerto. A ciência ainda não conseguiu explicar.

Uma gravação de 54 minutos. Uma sessão de 1955. E um resultado que a ciência ainda está tentando explicar.

Em 2026, pesquisadores do Núcleo de Pesquisas em Espiritualidade e Saúde da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em parceria com cientistas de Portugal, publicaram na revista científica internacional Explore um estudo sobre uma gravação histórica de Chico Xavier.

O material analisado? Uma sessão mediúnica realizada em Pedro Leopoldo (MG), em 1955, quando Chico Xavier recebeu o líder espírita português Isidoro Duarte Santos.

Ao longo da sessão, o médium descreveu aproximadamente 18 indivíduos, com detalhes físicos, comportamentais e acontecimentos de suas vidas. Foram identificados 65 elementos verificáveis — e a taxa de acerto ficou em torno de 87,7%.

Mas o que torna esse estudo diferente do sensacionalismo comum?

A metodologia. Os pesquisadores transcreveram o material e cruzaram cada afirmação com fontes documentais — arquivos públicos, biografias, jornais da época e registros históricos — buscando eliminar viés interpretativo. Também investigaram publicações da época para verificar se o médium teria como ter acesso às informações por meios convencionais.

O nível de detalhamento superou as expectativas para qualquer forma de leitura fria ou pesquisa prévia disponível nos anos 50. A precisão na descrição de eventos íntimos e de figuras públicas de Portugal — em um período de comunicações limitadas — levou os cientistas a classificar o fenômeno como recepção anômala de informação.

O estudo é honesto também nos limites: há casos em que a precisão de médiuns não ultrapassa o acaso — o que indica que fenômenos consistentes podem ser raros. Erros foram apontados — divergências em nomes de familiares e locais de nascimento, além de imprecisões em descrições físicas. Ciência séria não afirma o que não pode provar. Mas também não descarta o que não consegue explicar.

É exatamente nessa fronteira que o livro O Dom da Mediunidade, de Marlene Nobre, se coloca. Não como resposta definitiva — mas como mapa para quem quer compreender esse fenômeno com profundidade, responsabilidade e rigor.

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