17 de avril de 2026

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Voir les autres comme soi-même

Somos seres sociais e vivemos uma vida de relação. Precisamos nos relacionar com as outras pessoas, onde quer que estejamos. Na família, no trabalho, no templo, na comunidade, na via pública, na utilização de um serviço público ou no comércio. Enfim!

Em se tratando de relacionamentos mais íntimos, quando o diálogo já não flui como antes, por causa de desavenças e mal-entendidos, a convivência se torna quase insuportável! É comum ficarmos aborrecidos com a atitude das pessoas em relação a nós, nos indignamos com a resposta enviesada que alguém nos dá, ou com a forma como somos tratados por alguém de nossas relações, que, de acordo com o nosso entendimento, não teria razão para agir assim conosco.

Entretanto, em meio a essas contrariedades comuns, é necessário que façamos uma pausa para refletir sobre a forma como estamos tratando as outras pessoas. Indo mais longe ainda, é necessário buscar responder a uma outra pergunta: o que temos pensado das outras pessoas? Refletir sobre tais questões poderá nos conduzir à chave que poderá abrir a nossa mente para que tenhamos uma vida bem melhor, livre dos rancores e das implicâncias que alimentamos reciprocamente nos relacionamentos de modo geral.

Precisamos viver uma vida menos oprimida pelo excesso de pensamento crítico em relação aos outros e ter mais ação no sentido do que realmente importa para a nossa vida. Na lição “Perante os outros”, do livro Sinal verde, psicografado por Chico Xavier, André Luiz discorre sobre diversas situações advindas da nossa relação com as outras pessoas.

Em primeiro lugar, e acho que a propósito, o autor destacou com prioridade: “Nunca desestime a importância dos outros”. Até os generais mais cautelosos alertavam seus soldados sobre a cautela em não subestimar o inimigo. No conselho do autor, fica claro que não devemos desdenhar a capacidade intelectual, a condição social, profissional ou financeira de ninguém.

Percebam que nem sempre expressamos verbalmente nosso desdém, mas em pensamento, quantas vezes nutrimos por alguém certa distância por considerá-la não suficientemente inteligente ou equilibrada? Quantas vezes deixamos de ver e ouvir uma pessoa somente por acreditarmos que ela não merece nosso tempo e atenção?

Outro ponto crucial que André Luiz escreve: “Frequentemente só pensamos na crítica com que os outros nos possam alvejar, esquecendo-nos de que é igualmente dos outros que recebemos a força para viver”. Se observarmos bem, gastamos muito tempo pensando exatamente nas críticas que podemos receber desta ou daquela pessoa.

Em casos mais graves, há pessoas que moldam sua vida em função do que devem apresentar ou exteriorizar para não serem alvo da crítica de determinada pessoa. É um desperdício enorme de tempo, que se estivesse sendo bem utilizado poderia se constituir de preciosa oportunidade de aprendizado. Infelizmente, existem pessoas que ficam paralisadas pelo medo de serem criticadas.

Por outro lado, é fundamental a boa vontade para avaliar as críticas que recebemos e aproveitá-las para fortalecer os nossos pontos fortes e eliminar os pontos fracos da nossa personalidade. Lembra-nos o autor que precisamos dos outros para viver, pois é a vida de relação que nos dá força para viver. É na troca de experiências, é no falar e também ouvir que encontramos o alimento necessário para a nossa alma, nos conduzindo a decisões que nos levarão aos bons resultados da nossa existência.

Uma dica importante do benfeitor é: “Valorize os outros, a fim de que os outros te valorizem”. Assim, vamos combater os pensamentos de menosprezo e crítica em relação aos outros, ou seja, a mania de focar sempre nos defeitos alheios. Se a nossa postura for esta, também os outros nos avaliarão com a mesma medida.

É necessário criar o hábito de valorizar o outro, pois assim também seremos valorizados, apesar dos defeitos presentes em um e no outro. Finalmente, não devemos pensar nos outros em termos de angelitude ou de perversidade. Sejamos comedidos no nosso julgamento, pois nenhum de nós é plenamente perfeito ou imperfeito. Somos seres humanos (nós e os outros) com necessidades, medo, sonhos, problemas e lutas. Pensemos nisso.

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