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Folha Espírita – março de 1976

Revela Rolando Boldrin: telespectadores perdem o medo da morte

Rolando Boldrin tem experimentado as mais diversas e desencontradas sensações, vivendo diferentes personagens dentro da arte cênica, tanto no teatro como na televisão, mas é, sobretudo agora, com o dr. Alberto, médico humano e compreensivo de A viagem, que ele encontra a enorme e irrestrita receptividade por parte do grande público.

Recebeu-nos com a simplicidade e o despojamento dos atores consagrados, pois que esses já descobriram o valor das coisas simples, isentas de afetação. A conversa amiga que tivemos vai revelar a você os pontos comuns, os traços de união entre Rolando e Alberto, duas personalidades enriquecedoras, porque sensíveis e espiritualizadas.

FE – Boldrin, você se rotula espírita?

Boldrin – Não, e vou explicar por quê. Para ser espírita verdadeiro é muito difícil. Prefiro dizer-me espiritualista. Acredito no Espírito. Acredito em Kardec. Tenho lido muitas obras espíritas, por isso, tenho uma vontade muito grande de ser espírita. Mas, para isso, é necessário seguir na íntegra os ensinamentos de Cristo e tem muita pouca gente que faz isso. De manhã, levanto com uma vontade tremenda de ser espírita; meia hora depois, sou só espiritualista. No outro dia, levanto com maior vontade ainda, e assim a luta continua…

FE – Você crê que exista criatura materialista de fato?

Boldrin – Não, não creio. Meu pai, por exemplo, se diz ateu, mas, para mim, ele é mais espiritualista do que muitos religiosos. Ele tem demonstrado uma resignação impressionante frente às inúmeras provas da vida. Ainda outro dia, quis saber dele se, novamente, ele passaria por todas as lutas que teve de enfrentar na existência, se lhe fosse dado voltar atrás. E ele respondeu-me, sem hesitação, que viveria tudo novamente, porque adora a vida. Quando ele vê, por exemplo, uma pessoa rebelde, costuma dizer “deixa a idade bater nela que ela se curva”. Essa sua maneira de ser revela que, no fundo, ele não pode ser materialista.

Já conhecia Kardec sem saber

FE – E você, sempre foi espiritualista?

Boldrin – Eu era materialista até sete anos atrás. Revoltado com tudo, não aceitava o fato de existir o pobre, o aleijado, enfim, as desigualdades sociais. Mas, estou convicto de que, no fundo, ninguém é materialista. De repente, vi alguns fenômenos paranormais e comecei a ler Kardec. Interessante, eu lia Kardec e percebia que já conhecia tudo quanto eu lia. Hoje, recomendo a leitura e o estudo das obras espíritas para todas as pessoas que estejam interessadas, principalmente, em encontrar explicação para os acontecimentos da novela, porque não é possível responder a tudo. É preciso ler e estudar bastante.

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